quinta-feira, 17 de novembro de 2011

APRENDER A CONVIVER

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APRENDER A CONVIVER Durante a era glacial muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinho, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por causa disso, decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados. Então, precisavam fazer uma escolha: desaparecer da face da Terra ou aceitar os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram ficar juntos para se agasalharem e sobreviver. Aprenderam a conviver com as feridas que a relação com outras pessoas podem causar, e que o mais importante é aceitar o que o outro "pode" oferecer. Portanto, precisamos entender que o melhor relacionamento, não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades. Autoria desconhecida

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

FÉ ? (A ROCHA)

dona vanda MY MOTHER VANDA PETROLINI.
A Rocha
Um homem estava dormindo a noite no interior quando, de repente, sua casa encheu de luz e o Senhor apareceu. O Senhor disse ao homem que ele tinha um trabalho para ele e mostrou uma rocha enorme na frente da sua casa. O Senhor explicou que o homem deveria empurrar a rocha com toda sua força. Isso o homem começou a fazer, dia após dia. Por meses o homem se esforçou do amanhecer até o por do sol, seus ombros empurrando a superfície da rocha enorme e fria, mas a rocha não mudava. Cada noite o homem retornava a sua casa, cansado, músculos doendo e sentindo derrotado porque não havia conseguido mudar a grande rocha. Vendo que o homem estava mostrando sinais de desistir, O Maligno começou a colocar pensamentos negativos na cabeça dele. De repente o homem se achou pensando “Você está tentando ha muitos meses mudar essa rocha e nunca conseguiu nada. Para que você está se desgastando? Isso aí não dará resultado nenhum.” Mais tarde o homem começou a duvidar assim “Será que Deus queria que eu continuasse esse tempo todo? Ele só disse para eu empurrar a rocha, ele não disse por quanto tempo. Já faz alguns anos que estou empurrando, talvez eu posso desistir agora. Pelo menos, eu não preciso empurrar o dia todo e com tanta força. Eu posso me dedicar uma parte do dia a este trabalho e passar o resto fazendo outras coisas.” Ele decidiu fazer isso mesmo, mas depois ele chegou a pensar que seria bom orar ao Senhor sobre o caso. “Senhor,” ele falou, “eu trabalhei duro e por muito tempo no serviço que o Senhor me deu. Eu dei toda minha força para conseguir o que o Senhor quis. Mas, depois desse tempo todo ainda não consegui mudar aquela rocha nenhum centímetro. O que está errado? Por que eu estou sendo derrotado?” O Senhor respondeu com compaixão. “Meu amigo, quando eu lhe pedi para me servir e você aceitou, eu lhe disse que sua tarefa era de empurrar aquela rocha com toda sua força, o que você fez até agora. Em nenhum momento eu disse que eu esperava que você mudasse a rocha. Sua tarefa era de empurrar. E agora você chega para mim pensando que você fracassou. Mas, será que foi assim, mesmo?” “Olhe para você mesmo,” disse o Senhor. “Seus braços estão fortes e musculosos. A musculatura das suas costas agora é bem desenvolvida e vigorosa. Suas pernas estão duras e robustas, suas mãos firmes. Enfrentando a resistência você cresceu muito e agora suas habilidades ultrapassaram em muito o que você era antes. Mas, você ainda não mudou a rocha. Porém, sua tarefa não era de mudar a rocha e sim de ser obediente e empurrar com toda sua força. Isso você fez, e fez bem. Ao contrário de ser um fracasso você foi bem sucedido e venceu. Eu apenas queria que você exercitasse sua fé e confiasse na minha sabedoria. Isso você fez. “Eu, meu filho, agora vou mudar a rocha.” Às vezes quando ouvimos uma palavra de Deus queremos usar nosso próprio raciocínio para decidir o que Ele quer, quando, o que Deus realmente quer é apenas uma simples obediência e fé nEle. Com certeza, devemos ter a fé que pode mover montanhas, mas lembrar ainda que quem de fato move as montanhas é Deus.

Morrer Lentamente (Pablo Neruda)

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Morre lentamente
Quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem não encontra graça em si mesmo

Morre lentamente
Quem destrói seu amor próprio,
Quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente
Quem se transforma em escravo do hábito
Repetindo todos os dias os mesmos trajeto,
Quem não muda de marca,
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou
Não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente
Quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções, Justamente as que resgatam o brilho dos
Olhos e os corações aos tropeços.

Morre lentamente
Quem não vira a mesa quando está infeliz
Com o seu trabalho, ou amor,
Quem não arrisca o certo pelo incerto
Para ir atrás de um sonho,
Quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, Fugir dos conselhos sensatos...

Viva hoje !
Arrisque hoje !
Faça hoje !
Não se deixe morrer lentamente !

NÃO SE ESQUEÇA DE SER FELIZ

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

EU TEMIA......

DSC06063 Luiza 1 ano e 10 meses.
Eu temia........ Eu tinha medo de ficar só ... até que aprendi a gostar de mim mesmo. Temia fracassar ... mas percebi que só fracasso ...se desistir... Eu tinha medo do que as pessoas pudessem pensar de mim ... Até que eu percebi que o que conta realmente é o que eu penso de mim mesmo, com consciência, lucidez e humildade... eu temia ser rejeitado… Até que percebi que devo acreditar em mim mesmo, que sou meu maior companheiro… Eu tinha medo da dor... Até que percebi que o sofrimento só me ajuda a crescer e afasta de mim a arrogância… Eu temia a verdade Até descobrir que a verdade é um espelho quebrado em mil pedacinhos. Ninguém é dono da verdade, pois não tem mais do que um caco dela. Eu temia as perdas e a morte... Até que aprendi que as perdas não representam o fim, mas o início de um novo ciclo… temia o ódio... ... até que aprendi que o ódio é um veneno que a pessoa toma pensando atingir o outro… eu temia o ridículo... ...até que aprendi a rir de mim mesmo… temia ficar velho... ...até que compreendi que posso ganhar sabedoria a cada dia… temia ser ferido nos meus sentimentos… até que aprendi que ninguém consegue me ferir sem minha permissão temia a escuridão ... ...até que entendi a importância da luz de uma pequena estrela. temia mudanças … até que percebi… as mudanças pelas quais tem que passar uma bela borboleta… antes de poder voar eu tinha medo de ficar só ... até que aprendi que a única pessoa que estará comigo em todos os momentos da minha vida sou eu mesmo!!! vamos enfrentar cada obstáculo à medida que apareça em nossas vidas com coragem e confiança… .....e não se esqueça : nunca desista ... de você…pois você pode….acredite !!!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Os quatro acordos: Enc: El camino de la humildad Os quatro acordos: 1. Seja impecável com suas palavras. Mantenha a integridade ao falar. Diga apenas o que tem intenção de dizer. Evite usar a palavra para falar contra si mesmo ou para difamar os outros. Use o poder da palavra em direção da verdade e do amor. 2. Não considere nada como pessoal. Nada do que os outros fazem é por sua causa. O que os outros dizem e fazem é uma projeção de suas próprias realidades, seus próprios sonhos. Quando você for imune às opinões e ações alheias, você não será mais vítima de sofrimentos desnecessários. 3. Não suponha coisas. Encontre a coragem para perguntar e para expressar o que você realmente quer. Comunique-se tão claramente que não sobre margens para desentendimentos, tristezas e dramas. Com apenas esse único acordo, você pode transformar completamente sua vida. 4. Faça sempre o seu melhor. O seu melhor irá mudar de momento a momento, ele será diferente quando você estiver saudável e quando estiver doente. Sob qualquer circunstância, simplesmente faça seu melhor e você evitará o auto-julgamento, o auto-abuso e o arrependimento.
Somos todos valorosos diante do criador! DSC00143 Todos somos dotados de inteligência e capacidade. O que pode acontecer em alguns momentos é eu levar um escorregão e você seguir adiante. Mas,sábia como é a vida,logo adiante os papéis podem se inverter.E,então quem antes estava no chão agora pode estar de pé,forte para estender a mão e ajudar os outros a se reerguer. Por isso, devemos seguir o que Jesus pregou: o caminho da humildade. E humildade é honestidade - a honestidade de ser exatamente quem você é,sem aumentar suas qualidades,sem querer impressionar os outros. É não querer parecer especial aos olhos de ninguém, principalmente aos seus próprios. Quando percebemos a singularidade de cada um e entendemos que todos têm uma maneira de ser, e um talento único, tanto os sentimentos de inferioridade quanto os de superioridade somem. Somos todos valorosos diante do criador!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Apenas o necessário!

Luiza minha netinha! DSC06177 O melhor e o bom (viajando pela internet eu li e refleti!) Estamos obcecados com "o melhor". Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do "melhor". Tem que ter o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, a melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho. Bom não basta. O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com "o melhor". Isso até que outro "melhor" apareça - e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer. Novas marcas surgem a todo instante. Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado, modesto, aquém do que podemos ter. O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego. Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta conquistar ou ter. Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos. Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros...) estão vivendo melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários. Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis. Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos. Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente. Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência? Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa? E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto? O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o "melhor chef"? Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro? O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo "melhor cabeleireiro"? Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixado ansiosos e nos impedido de desfrutar o "bom" que já temos. A casa que é pequena, mas nos acolhe. O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria. A TV que está velha, mas nunca deu defeito. O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os homens "perfeitos". As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar a chance de estar perto de quem amo. O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem. O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer de viver. Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso? Ou será que isso já é o melhor e na busca do "melhor" e a gente nem percebeu? (Texto de Leila Ferreira) Quem pode Traduzir! Luiza minha neta.