sábado, 28 de maio de 2011

Muita gente acha que é difícil começar uma caminhada.

Meus 53 anos !! Louvo a Deus por esta feliz caminhada.

Eu desejo continuar lendo e refletindo sobre tudo que Deus me ensinar!

Liz Petrolini

Muita gente acha que é difícil começar uma caminhada.
Pessoalmente penso diferente.
Para mim, mais difícil que iniciar é continuar...
De começos o mundo está cheio:
os que começam um casamento,
os que começam a abandonar um vício,
os que iniciam o aprendizado de uma língua e por ai vai.
Ir em frente é mais complicado.
Exige persistência e muita força de vontade.
Requer que nós olhemos para trás com sentimento
de satisfação pela experiência adquirida e não
com remorso ou sensação de arrependimento.
Que nós tenhamos sonhos,mas que não vivamos de sonhos.
Que choremos, mas não deixemos as lágrimas turvarem nossa
visão.
Que escutemos os outros,mas que não desistamos de fazer o
que julguemos certo, por causa deles.
Tudo isso de tão simples parece coisa de criança.
E é mesmo!
Antes de aprendermos a andar precisamos:
cair muitas vezes, nos machucar, chorar,
ser motivo de riso, e nem por isso
tudo ! desistimos ou deixamos de levantar.
Eu quero terminar as boas obras!

domingo, 22 de maio de 2011

Um excelente debate ocorrido em Roma “DEUS EXISTE?”

Caros amigos independente de religião , mas pelo brilhante conteúdo;
Sugiro leitura do livro: “DEUS EXISTE?” – do original “Does God exist?”

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(Um excelente debate ocorrido em Roma (21.02.2000) entre o então cardeal Joseph Ratzinger (atual Papa Bento XVI) e o filósofo, jornalista e ateu Paolo Flores d’Arcais. Com a mediação do judeu Gad Lerner. Acreditar em Deus, fé, religião)

(Eu separo este trecho do debate , o qual o Cardeal Joseph Ratzinger, na minha pessoal opinião ! faz uma espetacular defesa do aborto)

Só gostaria de dizer: se Santo Agostinho, com uma determinada ciência natural de sua época, tinha certeza – assim como São Tomás de Aquino depois, com Aristóteles – de que a animação se produz só depois de um determinado período de tempo, e antes não existe um ser dotado de alma, não há indivíduo humano, isso não põe em dúvida o princípio de que nenhum homem, por mais fraco e indefeso que esteja, e mais ainda carente de uso de razão, pode ser morto. O problema empírico é: quando começa o ser humano. Para Agostinho, e espero que para todos nós, é absolutamente certo que se alguém é homem, é intocável. Depois vem a outra questão, que é: a partir de que momento se um é homem. O fato de que a ciência aristotélica – que considera que se pode falar de alma a partir de três ou seis meses – não é correta, hoje todos nós sabemos. E segundo meus conhecimentos de biologia, na realidade esse ser leva consigo, desde o primeiro momento, um programa completo do ser humano, que mais tarde se desenvolve. Mas o programa está já lá, e por isso se pode falar de um indivíduo. E nós dissemos….nós não podemos dogmatizar um resultado das ciências naturais, e por isso dissemos que naturalmente esperamos pesquisas ulteriores; não queremos dogmatizar tudo aquilo que na atualidade parece ser a posição mais convincente, mais documentada. Mas dissemos: mesmo que essas posições não fossem corretas, pelo menos existe uma hipótese fundamentada, uma probabilidade fundamentada, ou, pelo menos, uma possibilidade de que poderia se tratar já de um ser humano. E essa probabilidade, que não certeza e sim probabilidade, já não nos permite matar esse ser, porque, provavelmente pelo menos, é um ser humano. Essa é a nossa lógica sobre esta questão. [...] Também é verdade que, digamos, a atenção à defesa da vida humana, hoje, é maior que no passado e, nesse sentido, também há uma característica específica de nosso século, no qual vivemos, aliás, também uma crueldade e um desprezo pelo ser humano que deveriam nos fazer despertar.”

Meu comentário pessoal ; uma defesa perfeita e destaco ((desde o primeiro momento, um programa completo do ser humano, que mais tarde se desenvolve. Mas o programa está já lá, e por isso se pode falar de um indivíduo;
uma probabilidade fundamentada, ou, pelo menos, uma possibilidade de que poderia se tratar já de um ser humano. E essa probabilidade, que não certeza e sim probabilidade, já não nos permite matar esse ser, porque, provavelmente pelo menos, é um ser humano. Essa é a nossa lógica sobre esta questão))

'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA"

TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO

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'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'

'Fingi ser gari por um mês e vivi como um ser invisível'

Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da 'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou um mês como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo.

Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis; sem nome'.

Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida: 'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano.

“Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.

No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço.

Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro.

Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse: 'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.

Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?

Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central.

Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu.

Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angústia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de um mês trabalhando como gari? Isso mudou?

Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?

Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais.

Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa.

Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, frequento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.

Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe.

Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.

*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!
Eu li e refleti!
autor desconhecido

Li e refleti !! (Os grandes protagonistas)

"Não sou a mensagem ,eu sou apenas o imperfeito mensageiro."
“Verba volant, scripta manent” – as palavras faladas voam e os escritos ficam.

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(Os grandes protagonistas)

Vivemos uma história que os grandes protagonistas são Deus, Jesus, e o Espírito Santo.
Nesta História cada um tem um papel são muitas as categorias e todas importantes para a completa História , ainda que estejamos como ;
Um menino que ao chegar em casa diz a sua mãe; que passara por uma seleção junto a professora para saber qual o papel que vai interpretar no teatro
da escola, e a mãe muito se preocupa porque acha seu filho incapaz de qualquer papel e sente que o menino poderá decepcionar-se , mas nada pode fazer.
Chegando o dia da seleção a mãe aguarda em casa tristonha, o menino chega em casa sorrindo e pulando de alegria e diz, mamãe eu consegui um excelente papel, eu devo ficar sentado na platéia e aplaudir.
É este o papel de muitos ficar na platéia como membro da Igreja e louvar e aplaudir Deus, e se o fizer com alegria no coração poderá ser o melhor papel!